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Luiz Antônio Alves: Grupos de Estudos

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A internet é uma ferramenta indispensável para pesquisa, todo mundo sabe. Com ela houve uma evolução extraordinária na comunicação e interação entre pessoas e instituições das mais variadas origens geográficas. Estou falando do lado bom e produtivo, incluindo as redes sociais e mídias vinculadas à tecnologia global.
Esta coluna, por exemplo, pode ser lida nos cinco continentes e nas cinco regiões do Brasil, além de conexões em municípios do Rio Grande do Sul, vilas, povoados, no sertão profundo e em outros lugares que nem imaginamos. É um processo que envolve a capacitação e inteligência das pessoas que escolhem suas prioridades, gostos e objetivos.
Na área das ciências sociais surgiram nos últimos anos vários grupos que se identificam profissionalmente ou pelo mesmo interesse em buscar conhecimento e aprofundar estudos, pesquisas, dissertações, projetos e teses que contribuem no cenário cultural e educacional.
E a genealogia das famílias também encontrou na internet uma aliada fundamental para a construção das chamadas árvores de costados e de gerações. O compartilhamento entre pesquisadores ganhou impulso e correções, complementos e comentários sobre dados já publicados em livros ou em páginas, sites, blogs e uma infinidade de endereços disponíveis sem qualquer custo.
Seria necessário publicar várias colunas aqui na Folha de Canela para apontar e sugerir os grupos que estudam a temática. Hoje, o leitor terá apenas algumas indicações de uma lista particular que frequentemente utilizo e os interessados poderão visitar o território que dedica espaço às pesquisas mais recentes: Genealogia do RS e SC; Gentree; Azores Genealogy; Genealogia Arroio Grande; Terceira Genealogy; G2NP – Genealogia do Norte de Portugal; Projeto Compartilhar; Family Tree – Geni; Myheritage; GeneaMinas; Colégio Brasileiro de Genealogia – CBG; ASBRAP – Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia; Genealogiafb – cidade do Porto; Tombo.pt; Famílias da Ilha Terceira; Famílias Faialenses e Famílias do Pico.
Além disto, existem blogs que são muito procurados, como por exemplo: blog de Gederbarbosa; Mitoblog – João Simões Lopes; Família Moojen; Família Cardoso; Família Gomes Martins e Família Medeiros. Os arquivos dos Institutos Brasileiros de Geografia e Estatística também têm biblioteca virtual organizada em softwares em diferentes linguagens. Basta procurar no “tio Google”.
No entanto, o mais consultado é o site Family Search, grupo de História das Famílias, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, onde consta o maior acervo digitalizado de registros de batismos, casamentos, óbitos e documentos relacionados à Genealogia. Para quem procurava dados uns vinte anos atrás, sabe muito bem que o FS chega para facilitar a pesquisa, sem sair de casa.

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