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Página Dois por Noeli Stopassola Soares: Outubro Rosa

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Outubro Rosa.
Movimento que surgiu em 1990 quando aconteceu a primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova Iorque, e desde então, promovida anualmente na cidade. Entretanto, somente em 1997 é que entidades das cidades de Yuba e Lodi, também nos Estados Unidos, começaram a promover atividades voltadas ao diagnóstico e prevenção da doença, escolhendo o mês de Outubro como epicentro das ações. Hoje o Outubro rosa é realizado em vários lugares do mundo. O Laço cor-de-rosa é o símbolo do movimento.
Outubro Rosa é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e mais recentemente sobre o câncer de colo do útero.
No Brasil, as campanhas de conscientização sobre o câncer de mama acontecem desde 2002 e a partir de 2011 sobre o câncer de colo do útero em diversos estados.
A publicidade adotou o tom de rosa como motivador de campanhas no período, e ações em mídias sociais também tendem a ser reforçadas durante este mês.
No entanto, especialistas da área médica ressaltaram, em levantamento apresentado no ISPOR. em 2017, ainda que a conscientização seja muito importante, é necessário cuidado com as mensagens divulgadas neste período.
Uma análise das postagens realizadas em redes como Facebook e Twitter em língua portuguesa mostrou que existe bastante desinformação nas campanhas de conscientização, especialmente acerca do autoexame, que não é considerado suficiente para a detecção precoce da doença.
Tocar o próprio corpo e reconhecer sinais de possíveis mudanças é uma importante ferramenta de empoderamento da mulher frente à própria saúde, mas não substitui a mamografia, por exemplo.
Dados do Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) apontam que apenas 2,5 milhões de mamografias foram realizadas em 2017, equivalente a uma taxa de 24,8%, bem menos do que os 70% recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS)

Fatores de risco para o desenvolvimento  do câncer de mama.
Sedentarismo, obesidade, sobrepeso, consumo de bebida alcoólica, tabagismo, exposição à radiação ionizante, histórico familiar genético (que corresponde de 5% a 10% do total de casos), reposição hormonal e uso de contraceptivos (embora muitos estudos sobre o tema tenham resultados controversos, a OMS considera como fator de risco) são os fatores de risco mais importantes para o desenvolvimento do câncer de mama.

Câncer de mama em homens:
Representa apenas 1% dos casos da doença, sendo considerado raro, quando comparado à incidência em mulheres. E, por ser pouco comum, costuma ter diagnóstico tardio pelo desconhecimento da possibilidade da doença em pacientes masculinos e a consequente falta de atenção aos sintomas.
“O sinal mais comum do câncer de mama no homem é o mesmo que na mulher: um nódulo endurecido na região mamária ou na axila que pode ou não atingir a pele e provocar uma ferida”.

Curiosidade.
A dioxina é uma substância altamente tóxica que foi criada na Segunda Guerra Mundial na forma de arma química, porém foi usada somente na Guerra do Vietnã ficando conhecida como “pó alaranjado”.
Considerada uma das consequências do câncer de mama, o contato com a Dioxina também pode causar má formação do feto e queda na imunidade.
Uma forma de prevenção contra a Dioxina Carcinogênica é evitar aquecer alimentos em recipientes de plástico, já que ela é liberada quando existe a combustão, facilitando a contaminação do alimento.
Existem estudos para comprovar que a Dioxina também pode ser liberada no congelamento de água em garrafas e vasilhames de plástico, pois com baixas temperaturas moléculas são destruídas facilitando a liberação do agente tóxico

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