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360 GRAUS: Caso Ibiraiaras e as vítimas do confronto

Foto: Reprodução
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Vamos direto ao assunto: as vítimas do assalto em Ibiraiaras foram o funcionário do banco, que morreu, e as muitas pessoas que foram submetidas à violência, seja no cordão humano formado pelos assaltantes, seja quem teve que assistir a situação, acuado em casa ou no seu trabalho.
Fora essas vítimas, temos de um lado os bandidos e do outro a polícia e ponto.
Cabe salientar, talvez em caixa alta, que ainda não se pode precisar de onde partiu o tiro que matou Rodrigo Mocelin da Silva, que estava preso, como refém, no porta-malas do carro em fuga dos bandidos.
Esses são os fatos e contra fatos não há argumentos.
Quero me colocar aqui de lado contrário de alguns membros da imprensa que vem criticando o trabalho da Brigada Militar, dizendo que ninguém deu bola para a morte de 10 bandidos em dois assaltos a bancos no mesmo dia, aqui no Estado (seis do assalto em Ibiraiaras e quatro em uma tentativa em Arroio dos Ratos).
A população deu bola sim, apoiou o trabalho da BM. Quem não gostar que adoce.
Esse papo do politicamente correto é chato e babaca.
De quatro assaltantes mortos em Ibiraiaras, três deveriam estar sob tutela do Estado. Dois deles em prisão domiciliar e um deveria ser monitorado por tornozeleira eletrônica, mas havia rompido o equipamento. Os quatro tinham antecedentes por assaltos a residências e comércios.
Em Arroio dos Ratos, os bandidos atiraram contra a Brigada, dois deles eram menores, mas portavam armas e munição, que seriam usados em assalto a bancos.
Detalhe, todos, todos com antecedentes.
Se a ação da Brigada Militar é um tipo de “efeito Bolsonaro”, eu não sei, o que eu sei é que devemos ter bem claro quem são as vítimas e quem são os bandidos. Na imagem acima, você, se tiver dois neurônios define bem: a Brigada Militar não é bandido e os bandidos não são vítimas. Pena que alguns colegas da imprensa continuam com esse discurso bisonho que não é mais aceito pela sociedade.