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Vereadores não aprovam financiamento de R$ 3 milhões para georreferenciamento

Foto: Reprodução/Google
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Processamento destes dados traria reflexo direto sobre o IPTU

Entre os projetos encaminhados pela Prefeitura para serem votados na sessão extraordinária da última sexta (20), estava o PL 150/2019, que pedia autorização legislativa para contratar um financiamento de R$ 3 milhões junto ao BNDES/Caixa Econômica Federal.

A cifra pretendia ser usada pela Prefeitura para contratar uma empresa especializada em georreferenciamento e processamento de dados, ou seja, fotografar toda a cidade de Canela, via satélite e posteriormente cruzar estes dados, através de programas computadorizados, com os dados da Prefeitura de Canela.

Desta forma, a Prefeitura poderá saber exatamente como estão os imóveis de Canela e se o que realmente está construído na cidade consta em seu banco de dados.

Apesar de tal ação dar uma exata dimensão das cartas imobiliárias da Prefeitura, iria trazer reflexo direto na cobrança do IPTU, motivo pelo qual os vereadores não autorizaram o financiamento, alegando que há pouco tempo a Câmara já havia autorizado uma significativa mudança na planta de valores e que se a Prefeitura realmente quiser fazer este levantamento, que utilize de recursos próprios e não de um financiamento.