Canela,

24 de fevereiro de 2024

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Parque do Caracol passa a ser administrado pela iniciativa privada a partir desta segunda-feira

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Foto: Ricardo Varela.

O atrativo estará fechado de 5 a 16 de dezembro para adequações

O Parque Estadual do Caracol, que até agora era administrado pela Prefeitura de Canela – Secretaria de Turismo e Cultura, será gerenciado a partir de segunda-feira (05), pela iniciativa privada. A administração recebeu e-mail do Governo Estadual, na tarde de sexta-feira (02), no qual informa a autorização do Consórcio Novo Caracol assumir toda a operação do atrativo a partir de segunda-feira (05). O atrativo estará fechado para adequações de 5 a 16 de dezembro.

Para o Parque do Caracol, o projeto do consórcio Novo Caracol/Tainhas, prevê novas opções de atividades de aventura, como o arvorismo. O acesso aos canelenses no atrativo segue sendo gratuito mediante comprovação de endereço.

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A partir da concessão, em assinatura de 1º de dezembro, publicada no Diário Oficial do Estado em 2 de dezembro, o Município de Canela receberá as receitas como IPTU e ISSQN e um percentual sobre a arrecadação bruta do parque.

Durante todo esse período, a concessionária Iter Parques, administradora do Parque Bondinho Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, utilizou o Centro Integrado de Desenvolvimento e Inovação de Canela (CIDICA) para treinamento da equipe.

A concessão

Foi assinado, no dia 3 de novembro, o contrato de concessão dos parques estaduais do Caracol, localizado em Canela, e do Tainhas, no nordeste do Estado, com o consórcio Novo Caracol, que venceu o leilão em agosto deste ano. O grupo será responsável pela qualificação da infraestrutura e dos serviços oferecidos aos visitantes, incentivando o turismo sustentável.

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O consórcio Novo Caracol venceu o leilão, que ocorreu em agosto, com a oferta de R$ 150 milhões de outorga fixa para a concessão pelo período de 30 anos – ágio de 5.341% em relação ao valor inicial, todo repassado para o Governo do Estado.

Estruturada com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a concessão tem previsão de investimento de R$ 47,6 milhões nos dois parques, sendo R$ 23,7 milhões obrigatoriamente nos seis primeiros anos de contrato. Além disso, estão previstas despesas operacionais de R$ 417,3 milhões ao longo de 30 anos.