Canela,

22 de fevereiro de 2024

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Ju Alano

EDUCAÇÃO FINANCEIRA

Juliana Alano

A SINDROME DA “MISTUREBA” NAS FINANÇAS PESSOAIS E EMPRESARIAIS • Juliana Alano

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Caro leitor, hoje vamos falar da separação das finanças pessoais e empresariais para potencializar o seu negócio e sua vida financeira com essa prática indispensável para o sucesso.

Tudo começa no período em que muito provavelmente a empresa ainda não irá gerar receita suficiente para se manter e que certamente ainda não foi possível a captação investimentos, é um movimento muito natural o empreendedor cometer o erro básico de misturar tudo e não saber se o dinheiro é do caixa da empresa ou do seu bolso.

Se você não consegue ver a diferença entre os recursos adquiridos por lucro e a poupança da família, não consegue controlar o fluxo de caixa ou ter uma visão da eficiência financeira do seu negócio, possivelmente está sofrendo da síndrome da “mistureba”.

 Para resolver essa situação dicas bem simples precisam ser aplicadas como por exemplo, ter um prolabore e dividendos definidos. O prolabore deve ser compatível com a função desempenhada e se o empresário quer mais dinheiro precisa gerar lucro para distribuição de dividendos, assim a empresa não sofrerá com retiradas que o fluxo de caixa não comporta.

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Outra ação é ter as contas bancárias separadas, uma para a pessoa física e outra para a jurídica. As contas que não estão em nome da empresa, ou seja, as pessoais, não podem ser pagas no caixa em hipótese nenhuma, além de começar a “mistureba”, você gera um problema para a contabilidade que precisa fazer mágica para registrar isso. Assim como você também não deve pagar os boletos da empresa na conta pessoal e muito menos fazer recebimento por ela.

Adotar planos corporativos para a empresa também é uma boa ideia,  já que utilizando a pessoa jurídica é possível contratar serviços essenciais para o seu negócio com planos muito mais baratos que os disponíveis para pessoas físicas. Há planos corporativos para celular, telefone, internet e até mesmo linhas diferenciadas de crédito.

E por fim, se você não conseguir fazer essa organização sozinho, porque as coisas as vezes saem do controle, peça ajuda de um profissional especializado e caso não consiga pagar por esse serviço, não fique parado, busque por conhecimento e faça você mesmo, o importante é fazer.

Lembre-se Você não é o seu negócio, você é um dos custos dele!