Canela,

17 de abril de 2024

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Leo de Abreu

VIRE O MATE

Leo de Abreu

VIRE O MATE – Campear… e versos!

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Campear, de novo amanhã indo além do que hoje ainda nem penso
Só para encher os olhos com alguma distância que um dia ainda venço
Porque andar pra frente é certeza que nem todos tem
Destino é sopro de vento dobrando o pasto pra onde convém

Amar, vezes de poucas palavras ou até de rimas cheias num verso inteiro
Fazendo do bem pouco tudo nem que se perca por ser milongueiro
Sentir o sabor doce hora mais amargo, que é frio e tão quente
Então nortea os dias, já que são os amores o retrato da gente

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Se forceja, o suor do trabalho é quem por fim sempre vinga os dias
O pão da mesa de sempre, é o que afasta malezas que a muitos judia
Pano se remenda, calo se cura, o que vale é o justo sustento
Nada nunca é perdido enquanto na trança da força ainda houver tento

Se agradece, nisso cada qual a seu jeito, sem precisar dar de entender
Reconhecendo aos seus e a si mesmo, própria gratidão já é um crer
Tirando fora o chapéu, costuma ser o céu o lugar das preces
Dum corredor ou na boa vida, prospera em si quem pela vida agradece!