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Nota da Prefeitura sobre área pública invadida

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Na semana que passou, moradores de uma área pública ocupada no Distrito Industrial estiveram na Câmara de Vereadores e realizaram alguns protestos, desde que a concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica suspendeu o serviço na área por conta da situação irregular e pelo risco oferecido pelas ligações clandestinas. Com isso, muitas famílias também ficaram sem abastecimento de água, pois utilizavam motores para puxar água de um poço artesiano.

Nesta semana, ainda, a Prefeitura levou água às famílias com o auxílio da Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros, utilizando um caminhão. O serviço foi executado pelo coordenador da Defesa Civil em Canela, Marcelo Fogaça e pelo bombeiro José Duarte.

Após, o município emitiu nota sobre o corte de energia elétrica em uma área no Distrito Industrial, a qual reproduzimos abaixo:

Primeiramente, a Prefeitura de Canela não reconhece o espaço em questão localizado no Distrito Industrial como loteamento, mas sim como uma área pública invadida. A Administração Municipal possui uma política social e de habitação, obedecendo determinadas regras, trâmites jurídicos e burocráticos. Neste sentido, a Prefeitura está trabalhando em busca de soluções para resolver este tema em questão e outros casos envolvendo áreas públicas invadidas. Se houve uma promessa em campanha eleitoral, as negociações e tratativas estão em andamento para concretização dos projetos. Em relação ao MP ter transferido a responsabilidade do problema a ‘municipalidade’, a Administração não recebeu nenhuma intimação neste caráter e está trabalhando em conjunto com o próprio Ministério Público visando uma solução para a pauta em questão. O Poder Público não pode assumir a responsabilidade de particulares, tendo em vista que o caso envolve um inquérito policial, inclusive com o cumprimento de mandados de prisão. O cadastramento das famílias na referida área invadida faz parte de um amplo e complexo processo, o que também deve ocorrer em outros locais do município, buscando evitar invasões futuras.

Foto: Rafael Zimmermamm