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360 Graus por Francisco Rocha

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O caminho até aqui

Hoje à noite, realizamos a quinta edição do Destaque Folha.

Para escrever as matérias relacionadas ao levantamento de dados, recorri ao arquivo da Folha de Canela para ver os índices de outros anos.

Na correria semanal aqui da redação, geralmente não temos tempo de dar essa rememorada, mas sempre que remexo neste arquivo tiro um tempinho para ver as edições.

É muito legal lembrar de capas e matérias que foram sucesso em anos anteriores, como era o projeto gráfico do jornal, enfim, ali contamos, de pouquinho em pouquinho, a história da cidade.

É sempre bom fazer isso, para nos lembrar do compromisso constante de quem edita um veículo impresso em registrar o dia a dia da comunidade onde atua e a responsabilidade que tem ao deitar os dedos sobre o teclado.

É necessário se ater ao fatos e à realidade, tirar do texto as impressões pessoias e principalmente os objetivos pessoais.

Destaque Folha I

É hoje, no Garfo & Bombacha, pedimos aos amigos que forem participar do evento que cheguem cedo, o evento incia a partir das 19h30min, mas a churrascaria tem sala de chimarrão e outros atrativoa que valem a pena ser conferidos antes de a premiação iniciar.

Prometemos uma noite muita animada e cheia de emoções.

Destaque Folha II

Como sempre, quando realizamos o levantamento de dados do Destaque, além das tradicioniais questões de empresas e segmentos, colocamos nos formulários perguntas sobre a cidade como um todo. Se o canelense está satisfeito com os serviços públicos, como vê a imagem da cidade, da Administração Pública, enfim…

Os dados de 2017 trazemos nesta edição. A conclusão que se pode tirar, em relação aos números de anos anteriores é que a comunidade está “surfando” nesta onda da pacificação política e da tentativa de levantar a autoestima da cidade.

Os índices são os maiores das cinco edições do levantamento.

Onda digital

Em março 2015, quando fizemos o evento de comemoração dos três anos da Folha de Canela, apresentei aos convidados, junto com os números das edições impressas, nossos números na internet.

Naquela ocasião, algumas pessoas acreditaram que nós estávamos superestimando esse tipo de mídia. Um ano depois, nas eleições, as redes sociais e a internet já concentravam esforços dos candidatos.

Hoje, temos todo o tipo de empresa (re)inventando a roda e apostando forte no digital, coisa que nós aqui da Folha já fazíamos desde que o jornal foi criado.

O bom de trabalhar online é que não tem muito essa de mascarar números, tem relatório para tudo, alcance do Facebook, Google Analytics para a página de internet e YouTube, relatórios em tempo real, podendo ser vistos no smartphone, na palma da mão, na hora e local que você quiser.

Isso acaba com aquele diz-que-me-disse de que “eu faço e aconteço” e o concorrente é “pequenininho”.

Outro dia destes falava com um cliente que minimizou nosso alcançe na internet, com base em informações passadas por outras pessoas. Na hora puxei do celular e deixei o cliente sem nenhum butiá no bolso dele.

Para se ter uma ideia, nossa página de Facebook teve um alcance de 59.446 pessoas de 24 a 30 de julho. No mesmo período, 26.551 se envolvoram com as publicações. O Facebook oferece uma ferramenta de acompanhamento de páginas, para medir o seu alcance e o alcance de páginas semelhantes.

Nós da Folha acompanhamos as páginas de Facebook de três concorrentes da região e da Prefeitura de Canela, para medir a nossa penetração. No período acima mencionado, fomos o veículo com mais alcance, seguido pela página da Prefeitura.

Já na página da internet, o Google Analytics nos disse que tivemos 30 mil acessos no www.portaldafolha.com.br.

E se você acha que isso não reflete no produto impresso, está enganado. É a mesma coisa que uma pizzaria fazer um enorme sucesso no Facebook e não refletir isso nas suas telentregas.

Na moral, eu adoro esses relatórios de acesso. Viva as estatísticas de Google e Facebook e não se deixe enganar, nem tudo que reluz é ouro.

As árvores somos nozes…

Sabe esse gritedo por causa do corte de algumas árvores na Praça João Corrêa?

Bom, quero dizer aos amigos duas coisas, primeiramente, algumas pessoas aqui da cidade têm a mania de querer deixar tudo como está.

Sabe o que se ganha com isso? Nada, fica tudo exatamente como está. Agora, é preciso ter coragem para mudar e parece que a Prefeitura está tendo essa coragem. Pode até ser que depois da intervenção feita eu queime a minha língua e diga que ficou pior, mas se tentou mudar.

Segundamente, a Praça ficar ficar mais clara, se enxergar de lado a lado, passar mais segurança para seus frequentadores. Eu apoio essa mudança.

Além do mais, é necessário melhorar o espaço do estacionamento.

Eu apoio esse corte de árvores, ainda mais dois pinus elliotti.

As vezes, mais é menos e menos é mais.

Outra coisa, muitas boas ideias não saíram do papel por “causas ambientais”. A gente tem que entender que o fim social engloba também o meio ambiente, pois fizemos parte dele.

Não querer por não querer ou porque o ambiente blá, blá, blá, não tá com nada.

Que tenhamos sempre coragem para mudar.

Aí que eu me refiro!!!