Canela,

16 de fevereiro de 2026

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Fotógrafa canelense Nay Hoffmann segue na luta contra o câncer e precisa de apoio para manter tratamento

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A fotógrafa canelense Nay Hoffmann segue enfrentando uma dura batalha contra um câncer raro e agressivo. Atualmente com 43 quilos, ela vive um quadro de saúde delicado, marcado por dores constantes e pelo uso contínuo de medicamentos. Sem receber renda desde novembro, Nay precisa de ajuda para conseguir manter o tratamento.

De acordo com informações repassadas à reportagem, apenas parte dos medicamentos já adquiridos recentemente teve custo aproximado de R$ 850. Para completar o tratamento mensal, o valor necessário chega a cerca de R$ 1.600, incluindo o canabidiol, utilizado no controle da dor crônica e de outros sintomas.

Além do câncer, Nay convive com paralisia facial, condição que tem provocado situações frequentes de preconceito. Segundo relato, ela é frequentemente confundida com alguém com comprometimento intelectual, o que amplia o sofrimento emocional em meio ao tratamento prolongado.

Quadro clínico complexo e sem previsão de alta

Laudo médico aponta que Nay é portadora de tumor neuroendócrino de pâncreas e estômago (CID C25-4 e C16), além de distúrbio de motilidade gastrointestinal e insuficiência exócrina pancreática (CID K59 e K86). Ela passou por cirurgia para ressecção de neoplasia pancreática em 2023 e por ressecção de tumor de estômago em 2024, além de um procedimento para lise de aderências também em 2024.

O documento ainda registra dor crônica (CID M79.7), histórico de múltiplas internações hospitalares recentes em razão de dores intensas, vômitos e distúrbios intestinais, e a necessidade de acompanhamento oncológico, digestivo, nutricional e clínico para dor, com equipe multidisciplinar e sem previsão de alta. O afastamento permanente de atividades laborais é indicado, uma vez que o trabalho pode agravar o quadro clínico, não havendo perspectiva de cura.

Medicamentos de uso contínuo

Entre os medicamentos utilizados por Nay estão:

  • Pantoprazol 40 mg
  • Bromoprida
  • Domperidona
  • Digeplus
  • Quetiapina 100 mg
  • Trazodona
  • Paracetamol com codeína
  • Duloxetina
  • Creon 10.000
  • Clonazepam
  • Canabidiol

A continuidade do tratamento depende diretamente da aquisição regular desses medicamentos, muitos deles de uso diário e com custo elevado.

A situação de Nay Hoffmann já foi tema de outras reportagens do Portal da Folha, que acompanham sua trajetória marcada pela luta contra a doença, pelas dificuldades financeiras e também pelo enfrentamento do preconceito. A nova mobilização busca garantir que ela consiga manter o tratamento e preservar o mínimo de qualidade de vida possível diante de um quadro de saúde tão delicado.

Como ajudar

Quem puder contribuir pode ajudar com qualquer valor via PIX: 02401431080.