Uma fiscalização realizada pela vereadora Grazi, do PDT, junto à Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento do Rio Grande do Sul (AGESAN-RS) resultou na emissão de um Termo de Não Conformidade que dá prazo de 30 dias para a Companhia Riograndense de Saneamento (CORSAN) solucionar um extravasamento de esgoto que ocorre há mais de um ano em Canela.
A vistoria foi realizada no dia 29 de janeiro, após a vereadora levar à agência reguladora a preocupação de moradores sobre o problema na esquina das ruas Sete de Setembro e André Frederico Heidrich. No local, os fiscais constataram a presença de efluente escorrendo pela sarjeta em direção à rede de drenagem pluvial.
Inicialmente, havia a suspeita de vazamento na rede de água. No entanto, a análise técnica confirmou que se trata de extravasamento de esgoto proveniente de um Terminal de Inspeção e Limpeza (TIL) da rede coletora operada pela CORSAN.
O relatório aponta falha operacional no sistema de esgotamento sanitário e destaca que a situação exige intervenção imediata. Com base na fiscalização, foi emitido o Termo de Não Conformidade nº 369/2026, determinando que a concessionária realize os reparos necessários no prazo de 30 dias. Caso o problema não seja resolvido, haverá aplicação de multa diária.
Para a vereadora, o caso preocupa principalmente pelo impacto ambiental.
“Esgoto não pode estar correndo a céu aberto e indo para a rede pluvial. Isso afeta o meio ambiente, compromete a saúde pública e não é o que a nossa cidade merece. A fiscalização existe justamente para garantir que os serviços funcionem e que situações como essa sejam resolvidas”, afirmou.
A expectativa agora é que a concessionária cumpra o prazo estabelecido pela agência reguladora e encerre definitivamente o problema.