Canela,

17 de julho de 2024

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Vire o Mate

VIRE O MATE – FLOR DE AÇUDE 

É dona sem ser donaDe uma paisagem com aguadaRefletida em água friaFlor de açude, tua mirada Por isso não te colhoNem pra o mais doce

VIRE O MATE – Que tenha Rodeio!

Escrevo este texto com uma certa alegria nos dedos que digitam. Uma alegria que beira a contradição sim, dado outros escritos que criticavam a postura

VIRE O MATE – Adelante bailar

Dizem, na música, que a arte de compor não precisa cabresto. E que no geral a arte em si não carece normas. Identidades são questionadas

VIRE O MATE – Temos edital!

Saiu para a cultura, um edital para a classe. O chamado TEM CULTURA EM CANELA vai dar para cada projeto selecionado um bom valor, podendo

VIRE O MATE – Outra milonga

E que nunca nos falte o que milonguear e escrever! Milonga pouca Quando agarro as tralhasQuerendo tirar pouco do meu violãoO mundo boleia cambotaMe sacode

VIRE O MATE – Pra guerra perdida

Forte é a carga para o mês de setembro quando se indaga ao que o gaúcho comemora na bem verdade. E rapidamente se associa todos

VIRE O MATE – Uma milonga mais

Se bem me lembro assimNo mês das primaverasLonge do cinza das taperasAlegrias de um sul contadoUm índio bem arregladoTrazendo na estampa o continenteSul de vida